Investigado por venda de sentença no TJRJ, o juiz João Amorim recebia propina em casa toda semana, contou aos investigadores do MPRJ um dos delatores do esquema, Charles Fonseca William.

Para chamar o entregador da grana, o magistrado tinha até um código no WhatsApp: “Estamos aí”. Sempre que recebia a mensagem, o homem da mala sabia que deveria procurar Amorim no seu endereço.

“O Depoente esclarece que quando o juiz escrevia ‘estamos aí’, queria dizer que ele (juiz) queria receber o valor da propina referente aos honorários que o perito recebeu”, diz o delator.

 

 

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